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Aluno do Colégio Objetivo conquista ouro na Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica

Edição Guia escolas

O aluno da 3ª série do Ensino Médio do Colégio Objetivo Integrado, Luã de Souza Santos, compondo equipe com mais quatro estudantes na delegação nacional na 10ª Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA), foi recebido pelo ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Marcos Pontes, no dia 12 de fevereiro, em Brasília.

O convite veio em decorrência da conquista de medalha de ouro e de prêmio especial de Melhor Prova Observacional na OLLA e coincidiu com o lançamento do programa federal Ciência na Escola.

“Senti-me honrado pelo convite. Isso tudo é muito gratificante. A medalha veio em decorrência de um ano intenso de estudos para ser aprovado nas seletivas. Fazia provas de anos anteriores, frequentava o planetário, manuseava telescópios e muito mais. O prêmio de melhor prova observacional veio como consequência de ter gabaritado a prova de planetário”, lembrou o aluno.

Igualmente entusiasmado, Júlio César Klafke, vice-líder da delegação brasileira, professor-orientador das aulas especiais de Astronomia e Astronáutica do Objetivo e professor-doutor da Universidade Paulista (UNIP), também foi um dos convidados. “Participar de uma olimpíada internacional como a OLLA é a coroação de um processo de seleção que impõe muitos desafios aos jovens. Mais do que aprender conteúdos, ensina-os a persistir em um caminho que conduz à realização de um sonho. Efetivamente, os prepara para a vida”, conta Klafke.

A vitória brasileira na OLLA
A 10ª edição da OLLA foi realizada em Ayolas, Paraguai, em outubro do ano passado. Os brasileiros disputaram com as delegações da Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, México, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai, configurando-se, pela premiação, como 1º lugar no quadro geral de medalhas.

Para o excelente resultado, os estudantes compuseram times multinacionais, mesclando membros dos países integrantes, como assim determina o regulamento, e foram avaliados em:

  1. Prova Teórica Individual – que contou com cinco questões dissertativas com subitens, totalizando 19 perguntas para serem respondidas em três horas;
  2. Prova Teórica por Equipe (três ou quatro estudantes de países diferentes) – que propôs quatro questões com 19 perguntas para serem respondidas também em três horas;
  3. Prova de Lançamento de Foguetes por Equipe (três ou quatro estudantes de países diferentes);
  4. Prova Observacional (Individual) em céu simulado;
  5. Prova de Lançamento de Foguetes.

Sobre o Ciência na Escola
O Ciência na Escola é uma iniciativa do Ministério da Educação (MEC), em parceria com o MCTIC. Visa aproximar estudantes de diferentes séries da atividade científica e incentivar a formação de cientistas e pesquisadores brasileiros. O programa deve promover a interação entre as universidades, as instituições de pesquisa, as escolas, os professores e os alunos, integrando todo esse sistema, para que pesquisadores e cientistas passem a fazer parte da formação do aluno.

Para saber mais sobre o Colégio Objetivo, acesse http://bit.ly/2XgIhY7.

Publicação:

Sobre o autor

Vagner Apinhanesi

Jornalista na Editora Educacional.

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