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Escola Internacional de Alphaville investe na digitalização e uso de novas tecnologias em sala de aula

Edição Guia escolas

O processo de digitalização em escolas vem sendo trilhado por várias instituições de ensino como um caminho sem volta. O uso de novas tecnologias não é mais uma novidade e pode trazer muitos benefícios tanto para os alunos quanto para os professores. Entretanto, não basta apenas substituir os livros de papel por tablets e notebooks. Os colégios precisam adaptar seus currículos e preparar os professores para aproveitarem todo o potencial tecnológico.

Na Escola Internacional de Alphaville, instituição de ensino bilíngue localizada em Barueri (SP), o processo de digitalização é pensado de modo a oferecer aos educadores e estudantes novas possibilidades de ensino e aprendizagem, de forma mais leve, sustentável e dinâmica.

Segundo a Coordenadora de Tecnologia Educacional e Inovação, Juliana Ragusa, para além dos benefícios como menor peso nas mochilas e um uso mais consciente do papel, a tecnologia pode ampliar o leque de possibilidades para o estudo. “As tecnologias só fazem sentido na escola quando forem voltadas não meramente para uma simples transposição do papel para o digital, mas quando envolvem e acrescentam recursos aos quais não temos acesso com o papel”, diz Juliana.

Nas plataformas utilizadas pela Escola Internacional de Alphaville, se destacam como novas estratégias para o ensino a gamificação para resolução de problemas e a interatividade, permitindo que um aluno trabalhe com os colegas, e não apenas sozinho. Para o bom andamento do processo pedagógico, o papel do professor permanece fundamental. “Adotar o digital não significa a exclusão da mediação, da moderação e do acompanhamento do educador”, explica Juliana. A Escola Internacional acredita que a formação constante do professor garante que os processos de digitalização aconteçam de forma crítica e significativa.

Com o apoio de orientadores e coordenadores, os professores podem subsidiar seu trabalho com as informações disponíveis nas plataformas utilizadas pelos alunos, passando a entender quais são suas preferências de escolha e realizando diagnósticos sobre seu progresso – algo que não é possível com os antigos recursos analógicos. Além de adotar iPads e Chrome Books para todos os alunos, desde o Ensino Fundamental ao Ensino Médio, a Escola Internacional de Alphaville trabalha assuntos como a evolução das tecnologias e do conteúdo: os alunos têm aulas de programação e cultura maker e participam de discussões sobre temas tecnológicos (cyberbullying, comportamento online etc.)

Apesar de o digital apresentar tantas vantagens, Juliana não acredita que um dia o papel seja substituído totalmente nas escolas. Para ela, há situações em que o contato e experiência do aluno com o meio físico, palpável, é essencial para a formação dos jovens. Contudo, diante das mudanças cada vez mais rápidas do século 21, o cenário online tornar-se tão presente no cotidiano das pessoas quanto o offline. Para garantir-se como pioneira em inovação, a Escola Internacional de Alphaville se propõe a empoderar o aluno para que utilize a tecnologia como expressão pessoal de maneira responsável em todos os momentos de sua vida, não somente quando estiver trabalhando com os conteúdos curriculares.

Para saber mais sobre a Escola Internacional de Alphaville, acesse http://bit.ly/2WqfOBp.

Publicação:

Sobre o autor

Vagner Apinhanesi

Jornalista na Editora Educacional.

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